Cosanpa garante retomada de obras que estavam paralisadas há mais de um ano
Publicado em: 25 de julho de 2019 - Horario: 09:13

Por mais de 12 meses, dezenas de obras da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) ficaram paralisadas. Para dar andamento a projetos importantes e mudar a atual realidade do abastecimento de água e dos índices de saneamento básico no Pará, foi realizada nesta quarta-feira (24) uma reunião no Ministério do Desenvolvimento, em Brasília (DF).

O abandono de obras de saneamento básico que beneficiariam grande parte da população trouxe inúmeros prejuízos. “Desde os financeiros, que a gente vai ter que pagar juros e correções desse dinheiro que não foi utilizado, também prejuízos da imagem da Companhia e, principalmente, para a população que ficou sem água”, enumerou o presidente da Cosanpa, José Antonio De Angelis.

Gestores da Companhia passaram o dia na Secretaria Nacional de Saneamento, na capital federal, para tratar das obras paralisadas – 13 delas há mais de um ano. São projetos de abastecimento de água e esgotamento sanitário custeados com recursos do Orçamento da União e financiados com recursos do FGTS.

Compromisso – Na reunião, José Antonio De Angelis confirmou que todas as obras serão concluídas. “Já estamos retomando algumas, como as de Santarém, Breves, Monte Alegre e Castanhal. Discutimos à tarde a situação de Alenquer , obras do sistema de esgoto em Belém, no Setor Sideral, e retomada da estação de tratamento de esgoto do Una, que são obras importante para aumentar a cobertura de esgotamento sanitário. Assim, conseguiremos sair do ranking das piores cidades quando o assunto é saneamento básico”, afirmou o presidente da Cosanpa.

A agenda definiu as ações prioritárias do governo, como a retomada de obras paralisadas. O objetivo é alcançar as metas do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), contribuindo para retirar as cidades paraenses do final do ranking nacional de saneamento básico. “Não vamos olhar pelo retrovisor. Estamos olhando pra frente. Vamos retomar, fazer as novas ações com a Caixa (Econômica Federal) e com o Ministério do Desenvolvimento Regional. A Cosanpa e o Governo do Estado vão continuar essas obras e entregá-las, como já deveria ter sido feito, para a população”, assegurou José Antonio De Angelis.

 

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